120 anos de contribuições ao agronegócio

120 anos de contribuições ao agronegócio

Há 120 anos surgia no Brasil uma instituição voltada para a defesa dos interesses da agricultura brasileira. Durante esse tempo, a Sociedade Nacional de Agricultura (SNA) praticou a política em favor do agro nacional, além de ter debatido, elaborado e difundido conceitos e informações que ajudaram no desenvolvimento deste segmento.

Tamanha história foi celebrada no dia 23 de janeiro, em um evento que reuniu lideranças do agronegócio, representantes de governo e personalidades na sede da SNA , no Centro do Rio.

Em seu discurso, o presidente da SNA, Antônio Alvarenga, destacou que a “instituição está antenada com os novos tempos, seja na formação de parcerias, na implementação de projetos pautados pela inovação e sustentabilidade, na difusão da boa informação – virtual e impressa –  ou na promoção de cursos práticos e de nível superior adaptados à realidade de quem atua nos meios rural e urbano”.

Outro ponto da cerimônia foi a entrega do Prêmio Destaque SNA à Rede Globo, em reconhecimento à recente campanha veiculada pela emissora em defesa do agronegócio brasileiro: “Agro é Tech, Agro é Pop, Agro é tudo”. Clique no link para assistir à Campanha. http://globoplay.globo.com/v/5343997/

A premiação foi entregue ao diretor-geral da Rede Globo, Carlos Henrique Schroder, e ao diretor de negócios da emissora, Willy Hass.

Ainda durante o evento foram empossados os novos membros da Academia Nacional de Agricultura da SNA: Ronald Levinsohn, Francisco Turra, Maurílio Biagi Filho, Cesário Ramalho da Silva e Alberto Werneck Figueiredo.

Representante Estadual do Ramo Agropecuário junto à OCB Nacional, Alberto Figueiredo destacou que a “SNA tem papel aglutinador com as instituições do setor rural e que é uma honra fazer parte de uma Academia que contempla Ministros e Senadores da República.”

Presente ao evento, o presidente do Sistema OCB/RJ, Marcos Diaz, acredita que o cooperativismo tem papel importante para o desenvolvimento da agricultura e da pecuária brasileira;

“Em relação ao agronegócio, entendo que não é apenas um dever estratégico governamental, mas, sobretudo, um plano de negócios a ser estabelecido com entidades civis e empresas. Tudo deve estar sob o olhar permanente daqueles envolvidos diretamente com os processos produtivos, quer como empregados, empresas agropecuárias, dentre elas as cooperativas, os microempreendedores e produtores em geral.”

 

Fonte: Bruno Oliveira – Analista de Comunicação do Sistema OCB/RJ